César Augusto não tem limites
quinta-feira, 10 de junho de 2010 @ 02:14
Bati punheta agora há pouco. Pensei
que a minha irmã estava dormindo e
aproveitei a brecha para acordar
meu pau.
Foi então que, de repente,
quando o orgasmo vinha vindo,
ele na mão, eu assentindo, parecia até
Natal - ela veio até a mim e
pediu, gentilmente: "Passa o copo
d'água". E eu botei ele para dentro,
emputecido com o flagra.